22 julho, 2013

Alanis Morissette apoia a libertação de duas integrantes da banda Pussy Riot.

Mais de uma centena de músicos famosos, incluindo Madonna, Adele, Elton John, Bono ou Sting, lançaram hoje um apelo a favor da libertação das duas cantoras do grupo Pussy Riot presas na Rússia.
Entre as celebridades do mundo da música que assinaram o apelo, coordenado pela Amnistia Internacional, figuram ainda Bryan Adams, Joan Baez, Björk, Tracy Chapman, The Clash, Peter Gabriel, PJ Harvey, Billy Joel, Angelique Kidjo, Mark Knopfler, Annie Lennox, Massive Attack, Alanis Morissette, Youssou N`Dour, Yoko Ono, Radiohead, Patti Smith e Bruce Springsteen.
Numa carta aberta dirigida às duas cantoras do grupo contestatário russo, Maria Alekhina, de 25 anos, e Nadejda Tolokonnikova, de 23 anos, os músicos dão conta do seu apoio e denunciam um "processo terrivelmente iníquo".
"Compreendendo que uma ação de contestação num local de culto possa chocar, pedimos às autoridades russas que revejam as sentenças demasiado pesadas que foram decididas, para que vocês possam reencontrar os vossos filhos, as vossas famílias e as vossas vidas", escrevem os músicos.
"Sois acusadas do que poderemos qualificar de crime `sem vítima`, mas estamos convencidos que, numa sociedade justa, não pode haver crimes `sem vítimas` por identificar", acrescentam.
"A vossa força, a vossa coragem e a vossa determinação são uma fonte de inspiração para todos nós", conclui a carta.
O apelo lançado pelos músicos surge numa semana [a 24 e 26 de julho] em que está prevista a realização de audiências para analisar a eventual libertação condicional das duas mulheres.
Maria Alekhina e Nadejda Tolokonnikova foram detidas em fevereiro de 2012 por terem cantado uma canção contra o então primeiro-ministro e atual presidente da Rússia, Vladimir Putin, na catedral de Moscovo. O grupo pretendia denunciar a cumplicidade entre a igreja ortodoxa e o poder político.
As jovens foram condenadas em agosto de 2012 a dois anos de trabalhos forçados. Uma terceira integrante do grupo, também condenada na mesma altura foi entretanto posta em liberdade condicional.
O grupo Pussy Riot tornou-se desde então no símbolo da contestação ao regime de Putin, que regressou ao Kremlin em maio de 2012 para um terceiro mandato como presidente e é acusado pela oposição de atentados à liberdade.

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1 comentários :

Alanis Always disse...

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22 de julho de 2013 17:00

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